quarta-feira, 15 de junho de 2011
Bombeiros R$ 960,00 Para salvar vidas;
Professor R$ 728,00 para preparar para a vida;
Médicos R$ 1.260,00 para manter a vida.
E o Sérgio Cabral? Ganha R$17.000,00 para Ferrar a vida dos outros!
O Movimento dos Profissionais da Educação do Estado é justo ou não é?
S O S Educação pública! A GREVE Continua
Pessoal, por favor divulguem, debatam e ajudem a esclarecer a sociedade sobre a importancia de uma Educação pública e de qualdiade
Assembleia decidiu: greve no estado continua (RJ)
A estimativa da assembleia é que a mobilização aumentou e já atinge 70% dos profissionais. Na sexta-feira, dia 17, a categoria realiza uma passeata da Candelária até a sede da Secretaria Estadual de Planejamento (Seplag), às 10h.
A próxima assembleia será segunda-feira, dia 20, às 14h, em local a confirmar – o sindicato espera que o governo faça uma contraproposta até esta data. Eis as principais reivindicações da educação do estado:
1) Reajuste emergencial de 26% - o piso salarial hoje é R$ 610,00;
2) Incorporação imediata da totalidade da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar somente em 2015);
3) Descongelamento do Plano de Carreira dos Funcionários Administrativos da educação estadual, entre outras reivindicações.
No dia 9, a partir de iniciativa do sindicato, ocorreu uma audiência com o secretário estadual de Educação Wilson Risolia. Ele informou, no entanto, que somente no segundo semestre é que o governo poderá falar alguma coisa sobre reajuste salarial. Para o Sepe, o governo vem tratando com descaso todos os pleitos salariais desde o início do primeiro mandato do governador Sérgio Cabral, em 2007. Ou seja, o culpado por uma greve longa será o governador.
Na primeira semana do movimento ocorreram diversas manifestações, incluindo uma grande passeata no Centro do Rio, dia 10, quando cerca de três mil professores, funcionários e alunos caminharam da Candelária à Alerj, onde se encontraram com os bombeiros em greve; já no dia 12, a categoria participou da passeata convocada pelos bombeiros, que juntou dezenas de milhares de pessoas na orla de Copacabana.
terça-feira, 14 de junho de 2011
GREVE DA REDE ESTA/DUAL
DIZ AÍ: A F I N A L
QUEM PREJUDICA OS NOSSOS ALUNOS DAS ESCOLAS ESTADUAIS?
QUEM DISCRIMINA E ATACA NOSSAS CRIANÇAS E JOVENS?
NÃO É A GREVE!
As escolas estaduais estão em greve e, quando isso ocorre, sempre dizem:
“Os alunos ficarão prejudicados”.
Mas, afinal: Quem está de fato prejudicando nossos alunos?
LEIA E DESCUBRA QUEM SÃO OS VERDADEIROS CULPADOS.
O governo diz: “Contratamos professores”.
Mas a verdade é que:
ü Quase mil professores abandonam a rede estadual (todos os dias!!) por causa dos péssimos salários.
ü Turmas ficam sem aula por falta de professores. Ou têm vários professores da mesma matéria durante o ano, por causa do rodízio frequente – isso prejudica o aprendizado.
O governo diz: “Climatizamos as escolas” .
Mas a verdade é que:
ü Empresas ganham com o aluguel dos aparelhos e na maioria das unidades eles não funcionam porque (como não há investimento nos prédios) a rede elétrica não aguenta.
ü As salas de aula são superlotadas e, mesmo que fossem climatizadas, o excesso de alunos continua prejudicando a qualidade do trabalho do professor, a saúde de todos e o aprendizado do aluno.
O governo diz:“Informatizamos as escolas”...
Mas a verdade é que:
ü Compraram laptops SUPERFATURADOS (com conexão lenta que só funciona de madrugada) que não trabalham pelo professor, porque só humanos podem educar humanos.
ü A escola da internet não é a escola da vida real. Pela internet a SEDUC manipula informações, proíbe registrar que o aluno não teve professor e inventa notas que ele não teve!
O governo diz: “A escola está estruturada”...
Mas a verdade é que:
ü Não há funcionários, pois só houve um concurso para funcionários de escola em toda a história da rede estadual!
ü Para “dar” o brinde ANUAL, o governo quer contar até alunas grávidas e alunos com histórico de delinqüência! Pra que? Para jogar a culpa nos profissionais por problemas sociais?
ü E, o mais perverso: GRATIFICA direções de escolas queiram “se livrar” dessa juventude, desistir deles, aprovar de qualquer maneira para aumentar o ideb e para não perder o brinde de fim de ano!
ü Diretores e diretoras: CORAGEM! DIGAM NÃO A ESTE PAPEL INGRATO E COVARDE COM NOSSA JUVENTUDE!
NÃO PODEMOS SER CÚMPLICES DISSO!
A SOCIEDADE PRECISA SABER DA VERDADE!
PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESTADUAL EM GREVE
Ø Um reajuste emergencial de 26%;
Ø A incorporação imediata da totalidade da gratificação do nova escola (prevista para terminar somente em 2015);
Ø A regulamentação dos animadores culturais;
Ø O descongelamento do plano de carreira dos funcionários
Ø Administrativos da educação estadual, entre outras reivindicações.
VAMOS DENUNCIAR ESTA COVARDIA COM A ECUAÇÃO E COM A SOCIEDADE DO ESTADO DO RIO;
quarta-feira, 30 de março de 2011
Aula EDUCOPÉDIA: Paulo Gomes Coutinho
Nome do EDUCOPEDISTA produtor da aula: PAULO GOMES COUTINHO
Nome do EDUCOPODISTA avaliador da aula:
Ano: 2011
Disciplina: Geografia-história
Aula n°: 01
Tema
Ø Mapeando a história do meu bairro. Como os setores da economia (primário, secundário terciário, quaternário e quinário) ocorrem no meu bairro?
Competências e habilidades desenvolvidas
Ø A partir do local de moradia, da localização da escola adquiri/desenvolver: leitura cartográfica, identificação de diferentes paisagens (naturais e/ou humanizadas), percepção de transformações e permanências geográficas e históricas.
Pergunta desafio
Ø Como posso perceber as transformações/permanências geo-históricas acontecidas no bairro onde moro/estudo?
Justificativa da relevância
Ø Perceber a importância da leitura do mundo partir do tema “setores da economia”, tendo como cenário o bairro e como ferramentas a geografia e a história.
Atividades didáticas
· Atividade 1: Didática
Ø Exposição sobre os setores da economia;
Ø Localização geográfica na relação: bairro – cidade – Estado – país – continente.
Ø Abordar as atividades econômicas da Cidade
· Atividade 2: Autodidática
Ø Fazer levantamento (a partir de relatos e fotografias) das alterações na paisagem do bairro
Ø Utilizar buscadores na Internet (WWW) para pesquisar imagens e história interessantes para o trabalho.
· Atividade 3: Codidátcas
Ø Organizar informações obtidas em murais, blogs, cartazes e etc.
Ø Organizar uma ‘linha do tempo’ abordando as transformações experimentadas pelo bairro.
· Atividade 4: Opcionais
Ø Convidar a comunidade escolar (inter e externa) para visitar os espaços (reais e virtuais) onde estejam expostas as informações
sábado, 9 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
A catástrofe ambiental no Golfo do México
Os problemas de grande vulto são sempre minimizados. Quando não é o Carnaval é O Futebol. O que não ocorre internamente em países como EUA, Inglaterra ...
Fica aqui a sugestão de leitura e debate.
Postado por Júlio Cesar
A catástrofe ambiental do Golfo do México, de dimensões ainda subestimadas, nos oferece um bom momento de reflexão sobre o esgotamento da era das energias fósseis ou sujas.
Larissa Ramina
O economista Ignacy Sachs, em evento na recém-criada Unila - Universidade da Integração Latino-Americana - alertava para a ocorrência de várias crises conjugadas nessa mudança de século. Enumerava a crise financeira e especulativa nos EUA, a crise sócio-econômica de âmbito mundial, a crise epistemológica, da forma como pensar o desenvolvimento, e a crise ambiental, que remete à co-evolução da espécie humana com a biosfera.
Dizia ele que a solução para a crise ambiental estaria justamente em efetuar uma saída ordenada da era das energias fósseis, que teve início no século XVII com o carvão, o gás e o petróleo. Não se trataria de uma volta às civilizações tradicionais do vegetal, e sim de uma nova transição em direção ao que chamou de “biocivilizações do futuro”, com o uso inteligente e múltiplo das biomassas – bioprodutos produzidos por biorefinarias.
O grande desafio do século XXI, entretanto, estaria em encontrar uma fórmula para mitigar as mudanças climáticas e ao mesmo tempo gerar progresso social. Trata-se de fazer convergir o ambiental e o social, criando “empregos verdes”. Justamente aqui estaria a grande tarefa: encontrar o equilíbrio entre os objetivos sociais e os ambientais. As respostas estariam na transição para a economia de matriz energética limpa, subordinada a um triplo critério, quais sejam, uma economia socialmente includente, ambientalmente sustentável e economicamente viável. Por óbvio a
segurança energética não pode atropelar a segurança alimentar.
A sociedade tecnológica atual, com alto uso das energias fósseis que provocam o aquecimento global, levou a globalização a extremos que não se justificam. Porque temos que comer frutas que amadurecem no verão durante o inverno, trazendo as frutas de avião? O padrão de trocas internacionais é totalmente irracional.
Deveríamos inserir no centro do debate sobre a crise ambiental a redução do padrão da demanda energética. O consumo aumenta a um ritmo maior do que a descoberta de novas jazidas, e estas, por sua vez, são de mais difícil acesso, e logo com custos de produção mais elevados e maiores riscos ambientais.
Inevitável estabelecermos um paralelo entre a plataforma do Golfo do México e o pré-sal brasileiro, situado a 7000 metros abaixo do sal. A questão ética está em decidir explorar ou não essas novas jazidas. Se a resposta for positiva, devemos dar um bom destino a essas riquezas. A riqueza gerada deve ser usada para construir a transição a um mundo pós-petróleo. Assim, buscaríamos uma resposta simultânea aos dois desafios do século: mudanças climáticas e passivo social. Os estômagos vazios não decorrem de um déficit de produção, mas de um déficit do poder de compra. O ambiental deve estar sempre junto com o social, e a crise ambiental recoloca no centro do debate a crise social.
Quanto aos riscos ambientais, como o de um vazamento no mar, ou o impacto negativo do aquecimento global, caberá a nós fazermos a reflexão. Estamos iniciando a substituição da matriz energética suja, e o sucesso dependerá de todo o planeta. Cooperação internacional, certamente, é um dos ingredientes que não poderá faltar.
LARISSA RAMINA é Doutora em Direito Internacional pela USP e Professora da UniBrasil e da UniCuritiba.
Colado de
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Chomsky diz que o barbarismo do nosso tempo começou com o golpe de 1964 no Brasil
Por Miriam
Ao receber o prêmio Erich Fromm 2010, no último dia 23 de março, em Stuttgart, na Alemanha, Noam Chomsky procedeu à leitura de seu discurso “The evil scourge of terrorism”: Reality, construction, remedy” (O perverso flagelo do terrorismo: Realidade, construção e remédio).
Em vigorosa explanação, ele detalha o mecanismo do terrorismo atual, a partir e após o governo Reagan, vasculhando também nos governos Eisenhower e Kennedy.
Os golpes, invasões, as mazelas da CIa e inteligência militar usadas contra Cuba, Nicarágua, El Salvador, Líbia, Irã, Afeganistão,Teologia da Libertação, Argentina, Chile, Brasil, são expostos como partes da estratégia e campanha dos governos norte americanos de deter a conscientização dos povos para a libertação do seu domínio. Campanha esta que teria terminado somente alguns dias depois da queda do muro de Berlim, em 1989, com o assassinato de jesuítas em El Salvador.
Aqui tradução livre de alguns trechos que nos tocam diretamente:
“À parte Cuba, a praga do estado de terror no hemisfério ocidental foi iniciada com o golpe basileiro em 1964, instalando a primeira de uma série de Estados neo-nazi de Segurança Nacional e inciando uma praga de repressão sem precedente no hemisfério, sempre fortemente apoiados por Washington, fonte de uma particularmente forma de estado-dirigente de terrorismo insternacional. A campanha foi em substancial medida, uma guerra contra a Igreja. Foi mais do que simbólico que culminou no assassinato de seis intelectuais dirigentes latino americanos, padres jesuítas, em Novembro de 1989, poucos dias depois da gueda do muro de Berlim. Eles foram mortos por uma elite do batalhão salvadorenho, recentemente retreinados na Escola de Forças Especiais John F.Kennedy, na Carolina do Nort. Como foi aprendida no último Novembro, mas aparentemente não despertou interesse, a ordem para o assassinato foi assinada pelo chefe do staff e seus associados, todos eles tão estritamente conectados com o Pentágono e a Embaixada dos Estados Unidos, que se tornou muito difícil imaginar que Washington estava alheio aos planos de seu batalhão modelo. A força de elite já tinha deixado um rastro de sangue das vítimas usuais através de hedionda década de 1980 em El Salvador, que se iniciou com o assassinato do Arcebispo Romero, “a voz dos sem voz”, pelas mesmas mãos.
O assassínio dos padres jesuítas foi um duro golpe para a teologia da libertação, o notável reviver do Cristianismo iniciado pelo Papa João XXIII, no Vaticano II, que ele iniciou em 1962, no evento que “introduziu uma nova era na história da Igreja Católica”, nas palavras do renomado teólogo e historiador do cristianismo Hans King. Inspirado pelo Vaticano II, os Bispos da América Latina adotaram “a opção preferencial pelos pobres”, reavivando o pacifismo radical dos Evangelhos que tinham sido eliminados quando o Imperador Constantino estabeleceu o cristianismo como a religião do Império Romano – “a revolução” que converteu “a igreja perseguida” para uma “igreja perseguida”, nas palavras do Rei. No pós-Vaticano II, atentos para reviver o Cristianismo do período pré-Constantino, padres, freiras e leigos levaram a mensagem dos Evangelhos para os pobres e os perseguidos, trouxeram-nos juntos em “bases comunitárias” e os encorajaram a levar seus destinos com suas próprias mãos e trabalharem juntos para acabar a miséria da sobrevivência em brutais domínios de poder dos Estados Unidos.
A reação para essa grave heresia, não estava longe de vir. A primeira desculpa foi o golpe militar no Brasil em 1964, derrubando um governo algo democrático social e instituindo um regime de tortura e violência. A campanha terminou com o assassínio dos jesuítas intelectuais 20 anos atrás. Tem havido muito debate sobre quem merece crédito pela queda do muro de Berlim, mas não há nenhum sobre a responsabilidade pela brutal demolição da tentativa para reviver a igreja dos Evangelhos. A Escola de Washington das Américas, famosa por seu treinamento de matadores latino americanos, orgulhosamente anunciou uma vez, entre os seus itens listados, que a teologia da libertação foi derrotada com a assistência da armada dos Estados Unidos — dado uma mão, sem dúvida ao Vaticano, usando os mais gentis meios de expulsão e supressão.
Como recordam, o último novembro foi dedicado à celebração do 20º aniversário da liberação do leste da Europa da tirania russa, uma vitória das forças do “amor, tolerância,não violência, o espírito humano e perdão”, como Vaclav Havel declarou.Menos atenção – de fato, virtualmente zero – foi devotada para o brutal assassinato de seus contrapartes salvadorenhos, poucos dias depois que o muro de Berlim caiu. E eu duvido que alguém poderia mesmo achar uma alusão para o que aquele brutal assassinato significou: o fim de uma década de terror vicioso na América Central e o triunfo final do “retorno ao barbarismo do nosso tempo”, que se iniciou com o golpe brasileiro de 1964, deixando muitos mártires religiosos em sua vigília e terminando a heresia iniciada no Vaticano II – não exatamente uma era de “amor, tolerância, não violencia, o espírito humanitários e perdão.”
http://chomsky.info/talks/20100323.htm
Autor:luizhenriquemendes - Categoria(s): História
Tags: ditadura militar, golpe de 64, Noam Chomsky
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/31/chomsky-e-o-golpe-de-64/
O novo Plano Nacional de Educação
O próximo Plano Nacional de Educação, que ordenará as ações no setor para o período de 2011 a 2020, deverá articular o Sistema Nacional de Educação em regime de colaboração e definir metas de aplicação de recursos em educação, atrelados a proporção do PIB (produto Interno Bruto). A afirmação é da consultora legislativa da Câmara dos Deputados, Mariza Abreu, ao analisar os resultados da Conferência Nacional de Educação (Conae), realizada de 28 de março a 1º de abril, em Brasília.
Ela participa de audiência pública promovida pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Primeiro a falar aos senadores, Francisco das Chagas Fernandes, secretário-executivo adjunto do Ministério da Educação e coordenador-geral da Conae, também destacou a articulação entre municípios, estados e governo federal como um dos principais desafios para o setor. O novo Plano Nacional de Educação precisa ser submetido ao Congresso para ser adotado pelo governo a partir do próximo ano.
Também Leocádia Maria da Hora Neta, representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação, destacou a necessidade de maior participação da União na educação básica, aumentando a fatia do PIB a ser alocada na educação. Requerimento propondo o debate foi apresentado pelas senadoras Rosalba Ciarlini (DEM-RN) e Marisa Serrano (PSDB-MS) e a audiência pública está sendo conduzida pela presidente da CE, senadora Fátima Cleide (PT-RO).
Da Agência Senado - Fonte:
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06/04/2010 - A regulação do ensino privado
Plano Nacional de Educação terá proposta para apertar controle de ensino privado
Luciano Máximo, de Brasília.
Inspirado nas agências reguladoras de atividades como saúde, energia e petróleo, professores, pais e alunos, gestores públicos, sindicalistas e representantes de organizações sociais querem que o poder público aperte a regulação da educação particular, com foco maior no ensino superior. Cerca de 3 mil delegados reunidos na 1ª Conferência Nacional de Educação (Conae), encerrada na quinta-feira, em Brasília, aprovaram proposta prevendo que no âmbito de um sistema nacional articulado “o Estado deve normatizar, controlar e fiscalizar todas as instituições de ensino sob os mesmos parâmetros e exigências aplicados no setor público”.
A reivindicação deve ser incluída no Plano Nacional da Educação (PNE), documento com as principais políticas públicas educacionais dos próximos dez anos, que em breve entrará na lista de prioridades do Congresso Nacional. Na prática, a conferência definiu que a educação passe a ser interpretada legalmente como um bem público e sua oferta pela iniciativa privada se dê por meio de concessão. Para vingar, a ideia depende de alteração do artigo 209 da Constituição, que prevê a livre iniciativa no setor.
Do Valor - Fonte:
